
Quanta vida se derrama nas avenidas insanasjanelas mudas
Festas, poesia nua.
Volto pra casa
conclamando o tédio
nostalgia põe remédio.
Derrepente...
Apocalípse dos inocentes
Que nem sabe o quanto
bate e sente meu peito,
Relâmpago da alma
Meu olhar quase salta
coração faz festa
a te ver.


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